UX/UI Design, Product Designer

APLICATIVOS

Figma, Photoshop, Zoom & Notion

ANO:

2025



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visão geral.

O Letterboxd é uma plataforma popular para descobrir, avaliar, organizar e compartilhar filmes e séries, permitindo que os usuários criem listas personalizadas, acompanhem o que assistiram, escrevam críticas e interajam com uma comunidade global apaixonada por cinema.


problema e solução.

O Letterboxd é ótimo para descobrir e organizar filmes, mas o momento de “quero assistir agora” costuma virar um fluxo quebrado: o usuário encontra o título em um lugar, precisa checar disponibilidade em outros apps, compara assinatura vs aluguel/compra e muitas vezes não confia totalmente no “onde assistir” por mudanças de catálogo e variações por plataforma. Para um público jovem, esse atrito aparece ainda mais, porque a expectativa é decidir rápido, com contexto claro e ações diretas, sem depender de tentativa e erro entre aplicativos

Criei o insKino como uma releitura do Letterboxd com foco em reduzir o caminho entre descoberta e play, mantendo o lado social e de catálogo, mas trazendo uma experiência mais guiada e objetiva. A interface prioriza descoberta por tags e busca direta para quem não tem um título em mente, e organiza a página do filme para destacar “onde assistir” de forma escaneável, separando assinatura, aluguel e compra e incluindo sinais de confiança para apoiar a decisão. O fluxo é complementado por ações rápidas, como salvar e receber aviso quando o título ficar disponível, sempre com hierarquia visual e microcopy pensadas para diminuir indecisão e passos desnecessários

Showcase image
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processo.

user research

Realizei entrevistas exploratórias e uma análise comparativa de soluções do mercado para entender como as pessoas escolhem o que assistir e onde o processo começa a travar, especialmente quando a descoberta depende de “tentativa e erro” entre diferentes aplicativos e quando a disponibilidade não fica clara logo de cara.


A partir desses achados, transformei os padrões observados em persona e jornada, usando esse material para guiar decisões bem práticas do produto, como quais informações precisam aparecer primeiro na Home, como apoiar a descoberta quando o usuário não tem um título em mente (tags e caminhos de exploração), e como apresentar “onde assistir” de forma objetiva, sem confundir assinatura, aluguel e compra.


Essas evidências também orientaram a arquitetura da informação, a hierarquia visual e as microinterações mais importantes do fluxo, com foco em reduzir passos, diminuir indecisão e deixar o caminho até o “play” mais rápido e confiável

análise de benchmark com tabela comparativa

Para construir o insKino com clareza de produto, eu analisei soluções que já atuam em descoberta, organização social e “onde assistir” para entender padrões de uso, pontos fortes e lacunas reais de experiência. O foco não foi comparar por estética, e sim observar o que acelera a decisão do usuário, o que aumenta confiança na disponibilidade e o que gera fricção no caminho até o play, a partir disso eu defini critérios e traduzi aprendizados em diretrizes de interface e fluxo

moodboard e inspiração visual

Este moodboard guiou as decisões visuais da interface, buscando transmitir uma atmosfera jovem, cinéfila e digital, com foco em descoberta fluida.

wireframes e protótipos

Para validar rapidamente ideias de estrutura e fluxo, desenvolvi protótipos de baixa fidelidade explorando as principais interações. Esses wireframes foram essenciais para testar a arquitetura da informação e navegação antes da etapa visual, garantindo usabilidade desde os primeiros esboços. Realizei testes com usuários habituados a apps de streaming e descoberta de filmes para validar as soluções do insKino.

teste de usabilidade

O teste de usabilidade do insKino foi realizado com 8 participantes, com idades entre 16 e 32 anos, para avaliar a experiência nas 5 tarefas principais do protótipo. O objetivo foi validar se usuários conseguem concluir o fluxo sem ajuda, em mobile e desktop, usando um protótipo navegável no Figma.


O formato foi um teste moderado remoto, com sessões de cerca de 10 minutos por participante, e a análise considerou taxa de sucesso por tarefa, tempo por tarefa, SEQ, além de comentários espontâneos e erros/hesitações observados durante a execução

100% dos participantes concluíram todas as tarefas sem necessidade de assistência, indicando um fluxo geral consistente e fácil de aprender.


Ponto de fricção principal: após explorar pelas tags da Home, alguns participantes hesitaram para voltar ao estado inicial da Home, sugerindo a necessidade de um “Limpar tag / Voltar para Home” mais evidente.


Confiança em “Onde assistir”: houve demanda por um sinal claro de quando aquela informação foi atualizada, reforçando que a disponibilidade é dinâmica e que um carimbo “Atualizado em…” aumenta a credibilidade da seção.


Leitura e decisão rápidas: a combinação de busca, descoberta por tags e acesso às informações do título funcionou bem, com feedbacks positivos sobre clareza e direcionamento das ações principais

iterações de design

interface mais jovem, funcional e personalizada

Redesenhei a home com tags interativas, nova seção de novidades nos streamings e ícones personalizados inspirados no universo do cinema. O layout foi modernizado para tornar a navegação mais jovem, intuitiva e focada na descoberta rápida de conteúdo.

tela de título mais informativa e acessível

Otimizei a tela de filmes e séries com uma interface mais moderna, cores contrastantes e organização visual aprimorada. A disponibilidade nos streamings foi posicionada logo abaixo do pôster, facilitando o acesso rápido à informação mais relevante para o usuário.

design final

desktop - home page
tablet - main page
mobile - search page

insights do processo insKino

Construindo o insKino, eu entendi que o centro do problema não era só “modernizar um catálogo”, e sim reduzir atrito na decisão de assistir algo, principalmente quando a disponibilidade muda o tempo todo. O projeto me fez tratar a interface como um sistema de decisões, em que hierarquia, microcopy e estados (explorar por tags, filtrar por serviço, encontrar “onde assistir”) precisam ser óbvios e consistentes para o usuário não pensar duas vezes.

O teste moderado com usuários reforçou um ponto importante: quando a experiência é rápida, as fricções aparecem em detalhes de fluxo e confiança, dessa forma, duas coisas ficaram claras, voltar da exploração por tags para a Home precisa ter um caminho mais evidente, e o bloco “Onde assistir” precisa comunicar melhor credibilidade com “Atualizado em…” porque isso influencia diretamente a confiança e a ação do usuário.

No fim, o principal aprendizado foi equilibrar estética jovem com clareza operacional, projetar não só para “ficar bonito”, mas para orientar a escolha, aumentar confiança e encurtar o caminho entre intenção e play.

Vamos criar experiências melhores juntos?

Estou aberto a propostas, colaborações e oportunidades.

+55 14 997900718
jaomjaomjaok@hotmail.com

Designed & Developed

by Peter Hodak

All rights reserved,

YUYA ©2024

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